O que usamos
Nome, documentos (RG, CPF), contato, endereço e as informações necessárias para o serviço que você pediu.
Explicamos aqui, em linguagem simples, quais dados pessoais o cartório usa, para quê, com quem compartilha, por quanto tempo guarda, como protege e quais são os seus direitos.
Os detalhes de cada ponto estão nas seções abaixo.
Nome, documentos (RG, CPF), contato, endereço e as informações necessárias para o serviço que você pediu.
Para fazer registros, protestos e certidões e para cumprir as leis que regem os cartórios.
Só quando a lei manda ou o serviço exige: centrais oficiais, Poder Judiciário e órgãos públicos. Não vendemos seus dados.
Os livros de registro são permanentes por lei. Os demais documentos seguem prazos oficiais e depois são descartados com segurança.
Você pode confirmar, acessar e corrigir seus dados e tirar dúvidas, sem custo. Veja como pedir.
Encarregada de Dados: Ana Paula Silva Perles
[email protected]
Na LGPD, quem decide como os dados são usados se chama controlador.
O responsável pelos seus dados é o cartório, representado pelo Oficial de Registro/Tabelião Nafé de Jesus Oliveira. Ele é o controlador: decide como os dados são usados e responde por eles.
Por que o cartório precisa dos seus dados?
O cartório presta um serviço público por delegação do Estado (art. 236 da Constituição e Lei nº 8.935/1994). Para registrar um imóvel, protestar um título ou emitir uma certidão, a lei exige identificar as pessoas envolvidas. Na parte administrativa (funcionários, fornecedores e pagamentos), seguimos as mesmas regras de qualquer empresa.
A lei não proíbe o uso de dados: ela exige que o uso seja correto, seguro e transparente.
A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018) protege as informações que identificam você. Ela obriga empresas e órgãos, inclusive os cartórios, a:
Além da LGPD, os cartórios seguem as normas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Corregedoria-Geral da Justiça de Rondônia, como o Provimento CNJ nº 149/2023 (Código Nacional de Normas, que reúne as regras de proteção de dados para cartórios) e o Provimento CNJ nº 213/2026 (segurança da informação, governança e continuidade dos serviços).
Um pequeno dicionário para entender esta política.
A LGPD usa alguns nomes próprios para as pessoas e situações envolvidas. Veja ao lado quem é quem e, abaixo, o significado de cada termo.
Exemplo: quando você registra a compra de uma casa, você é o titular, o cartório é o controlador, os escreventes que fazem o registro são operadores e a Encarregada é quem atende você se tiver dúvidas sobre seus dados.
Qualquer informação que identifica você ou permite identificar: nome, CPF, RG, endereço, telefone, e-mail, foto.
Informação que pede cuidado extra: saúde, origem racial ou étnica, religião, opinião política, filiação a sindicato, vida sexual, dados genéticos ou biométricos.
Você: a pessoa a quem os dados se referem.
Tudo o que se faz com um dado: receber, consultar, usar, guardar, enviar, corrigir ou apagar.
Quem decide sobre o uso dos dados. Aqui, o cartório, na pessoa do Oficial de Registro/Tabelião.
Quem trata dados em nome do controlador e segue as instruções dele, como a equipe do cartório e a empresa de tecnologia contratada.
Nome dado, em conjunto, ao controlador e aos operadores.
A pessoa indicada pelo cartório para atender você e conversar com a ANPD sobre dados pessoais.
Autoridade Nacional de Proteção de Dados: o órgão federal que fiscaliza o cumprimento da LGPD em todo o país.
Dado que não permite mais identificar a pessoa, de nenhuma forma.
Dado em que a identificação foi separada e guardada à parte: só quem tem essa "chave" consegue saber de quem é.
Pedimos apenas o que é necessário para cada serviço.
Dados sensíveis só são tratados quando a lei exige ou quando já constam no documento apresentado (por exemplo, atestados médicos de funcionários).
Seus dados chegam ao cartório por três caminhos.
Você mesmo entrega os dados e documentos quando é atendido presencialmente no cartório.
Por e-mail, WhatsApp e pelas centrais eletrônicas oficiais dos cartórios, como a CENPROT e a CRA (protesto) e o ONR/SERP (registro de imóveis).
Quando alguém apresenta um documento com seus dados (por exemplo, o credor que envia um título a protesto) ou em contratações de funcionários e prestadores de serviço.
Cada uso tem um motivo permitido pela LGPD, a chamada base legal.
Como a lei exige o registro, a maior parte dos dados é tratada sem precisar do seu consentimento. Sempre que o consentimento for necessário, você será informado do motivo e do que acontece se não autorizar.
Os 10 princípios do art. 6º da LGPD, que guiam tudo o que fazemos com seus dados.

Usamos seus dados só para o motivo informado.

O uso combina com o motivo informado.

Pedimos apenas o que é preciso.

Você pode saber, sem custo, como seus dados são usados.

Mantemos os dados corretos e atualizados.

Explicamos tudo de forma clara.

Protegemos contra acessos indevidos, perdas e vazamentos.

Agimos antes para evitar problemas.

Nunca usamos dados para discriminar ninguém.

Mostramos as medidas que adotamos para cumprir a lei.
Somente quando a lei manda ou quando é preciso para prestar o serviço.
Registros públicos são públicos. Qualquer pessoa pode pedir uma certidão de um registro, como prevê a Lei de Registros Públicos (Lei nº 6.015/1973). É essa publicidade que garante a segurança dos negócios, como a compra de um imóvel.
Não vendemos nem cedemos seus dados para propaganda ou qualquer outro fim comercial.
Os dados ficam em sistemas informatizados e nos livros oficiais do cartório.
| O quê | Por quanto tempo |
|---|---|
| Livros e registros oficiais | Para sempre: a lei exige que sejam permanentes. |
| Documentos de apoio e arquivos dos pedidos | Pelo prazo da Tabela de Temporalidade de Documentos do CNJ; depois são descartados com segurança. |
| Dados de funcionários e prestadores | Até 10 anos após o fim do contrato, por causa dos prazos trabalhistas e fiscais. |
| Currículos | Até 5 anos, ou antes, se você pedir. |
| Pedidos feitos à Encarregada | Enquanto for necessário para comprovar o atendimento. |
Quando apagamos: quando o dado deixa de ser necessário, quando você retira o consentimento (nos casos em que ele é a base legal) ou por ordem da autoridade competente.
Dados que precisam ficar guardados por lei, como os do registro público, não podem ser apagados, mas continuam protegidos contra uso indevido.
A transferência internacional de dados é exceção, não regra.
Em regra, o cartório não envia seus dados para outros países.
Alguns serviços de tecnologia que usamos, como o e-mail, podem ter servidores no exterior. Nesses casos, isso só acontece nas situações permitidas pelo art. 33 da LGPD, por exemplo:
Direitos do art. 18 da LGPD, explicados com o que vale para os cartórios.
Você pode fazer qualquer um destes pedidos sem custo. Alguns direitos funcionam de um jeito especial no cartório, porque os registros públicos seguem leis próprias.
Saber se o cartório tem e usa dados seus.
Receber uma cópia dos seus dados que temos.
No cartório: o conteúdo dos registros públicos é fornecido por certidão, com os emolumentos previstos em lei.
Pedir a correção de dados incompletos, errados ou desatualizados.
No cartório: a correção de um registro segue o procedimento de retificação previsto em lei. Não há cobrança quando o erro for do cartório.
Quando o dado for desnecessário, excessivo ou usado em desacordo com a lei.
Eliminar dados que tratamos com o seu consentimento.
No cartório: não vale para dados que a lei obriga a guardar, como os do registro público.
Conhecer as entidades públicas e privadas que recebem seus dados. Veja a seção Com quem compartilhamos.
Quando o uso depender de consentimento, você será informado de que pode não autorizar e do que acontece nesse caso.
Revogar o consentimento a qualquer momento. O que foi feito antes continua válido.
Discordar de um uso feito em desacordo com a LGPD.
Se não ficar satisfeito com a resposta do cartório, você pode reclamar à Autoridade Nacional de Proteção de Dados.
Por que alguns dados não podem ser apagados? Registros de imóveis, protestos e títulos são públicos e permanentes por lei. Eles garantem a segurança dos negócios e os direitos de todos. Por isso, mesmo com a LGPD, não podem ser excluídos, mas seguem protegidos.
Cookies são pequenos arquivos que o site guarda no seu navegador.
Você no controle: é possível bloquear ou apagar cookies nas configurações do seu navegador. Se bloquear os essenciais, algumas partes do site podem não funcionar. Configure cada aparelho que usar (computador, celular, tablet).
Medidas técnicas e administrativas, revisadas continuamente, conforme a LGPD e o Provimento CNJ nº 213/2026.
Esta política pode ser atualizada sempre que houver mudança na lei, nas normas do CNJ, nos nossos serviços ou na tecnologia que usamos. Toda alteração será publicada nesta página, com a data da atualização. Recomendamos consultá-la de tempos em tempos.
Esta Política de Privacidade e Proteção de Dados Pessoais foi aprovada pelo Oficial de Registro/Tabelião Nafé de Jesus Oliveira (controlador), com a Encarregada de Dados da serventia, e implementada por VGSystem.
Ficou com alguma dúvida ou quer tratar de assuntos sobre os seus dados pessoais? Fale com a nossa Encarregada:
Encarregada de Dados da serventia